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Nem um verso em dezembro.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Borboletinhas pardas, ciscos, seixos, gravetos,
água de sabão escapando do muro, duram ofertados
enquanto percorro o bairro,
a menina me olha ladrilhado
e nem um verso.
Um comentário:
fer.
disse...
mais que boas vindas, flor!
não vou saio mais daqui. :B
beijos!
:*
7 de fevereiro de 2008 às 16:35
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Tranformada pela maternidade! Com planos mirabolantes e cheia de vontade de fazer desse mundo um lugar melhor pro seu rebento. Como? Hm...
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mais que boas vindas, flor!
não vou saio mais daqui. :B
beijos!
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